
Para além de garantir a passagem aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, a vitória na Turquia devolveu ao FC Porto o prestígio europeu abalado pelas derrotas em casa, frente ao Dínamo de Kiev e em Londres, diante do Arsenal. O que se viu no ambiente adverso de Istambul, foi uma equipa personalizada, ciente das suas capacidades e, acima de tudo, confiante. Apesar das alterações motivadas pela lesão de Sapunaru e pelo castigo de Lucho, o FC Porto controlou o jogo, com um meio-campo sólido, onde cada jogador sabia perfeitamente o papel que teria de desempenhar. No ataque, Lisandro e Hulk começam a entender-se e Rodriguez mostrou que é um jogador de equipa, à Porto. O uruguaio correu que se fartou, sempre com a preocupação de não deixar Pedro Emanuel desamparado na defesa do flanco esquerdo.
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